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Envelhecimento aumenta incidência e agrava sequelas das quedas

Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que 30% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano. Além do susto, mutas quedas resultam em fraturas sérias e acabam pondo em risco a saúde dos idosos, especialmente das mulheres, onde a osteoporose tem maior incidência.

A população brasileira está envelhecendo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as pessoas com mais de 60 anos já somam 23,5 milhões em todo o país – 12% da população brasileira. Em 2001, eles eram apenas 9%.

O próprio envelhecimento é uma condição para predispor quedas. A geriatra Lara Sepúlveda explica que o passar dos anos acarreta algumas alterações no organismo humano, como a lentidão dos reflexos do corpo, dificuldades visuais e auditivas, além de fraqueza muscular das pernas e braços. Doenças neurológicas, como a doença de Parkinson e os acidentes vasculares cerebrais, também contribuem para um maior número de quedas.

“Até mesmo o uso de diversas medicações psicotrópicas pode causar sedação e a consequente diminuição do mecanismo de alerta que evita quedas”, afirma Lara.

Um estudo da OMS apontou que, a cada ano, 32% das pessoas com idade entre 65 a 74 anos sofrem quedas. O índice salta para 85% entre pacientes de 75 a 84 anos. Pelo menos 5% das quedas causam fraturas e, quando é necessário que o idoso hospitalizado, ele permanece internado o dobro do tempo se comparados aos que são admitidos por outra razão.

Fonte: R2 Assessoria de Comunicação

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26/04 /2012 às 17:55

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