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Sem controle, diabetes acarreta várias doenças e pode levar à morte

O Ministério da Saúde aponta que a diabetes é a segunda maior causa de amputações de membros inferiores no Brasil, perdendo apenas para os casos decorrentes de traumas. Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, um tipo de lesão à retina, chamada de retinopatia diabética, é a principal causa de cegueira em pessoas acima de 60 anos. Estes são apenas dois exemplos de como a diabetes pode acarretar várias complicações de saúde para os pacientes, especialmente quando não há acompanhamento médico.

A diabetes se caracteriza por ser uma síndrome metabólica crônica causada pela falta de insulina ou pela incapacidade dela desempenhar desempenhar sua função no organismo, que é a manutenção da glicose. Na maioria dos casos, o controle dessa doença crônica necessita de uma associação de fatores, como explica a a endocrinologista Isabel Carvalho.

“Além do tratamento com medicação insulina ou antidiabéticos orais, o paciente tem que fazer, essencialmente, o tratamento com dieta, orientação nutricional adequada e atividade física regular”, reforça Isabel.

O que acontece se a diabetes não for tratada corretamente? 

Sem o devido acompanhamento, porém, a diabetes apresenta uma alta taxa de mortalidade, especialmente por conta das complicações acarretadas no organismo. No Piauí, entre os anos de 2009 e 2011, a doença foi responsável por quase três mil mortes, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesapi). Além disso, o órgão estima que 5% da população piauiense com mais de 18 anos seja portadora da doença.

Cegueira, amputações de membros, problemas cardiovasculares (especialmente infartos e acidente vascular-cerebral), insuficiências renais e a disfunção sexual são algumas das consequências da diabetes fora do controle.

Com dois tipos, o avanço da diabetes em todo o mundo está associado aos hábitos de vida da população, já que cerca de 90% dos casos são do tipo 2 e poderiam ser evitados. Com a correria do cotidiano, a maior parte das pessoas é adepta do sedentarismo e prioriza uma alimentação rica em açúcar, sal e gordura. A ocorrência de outros casos na família, a ingestão de bebidas alcoólicas e o uso de cigarros também são apontados como fatores de risco da diabetes tipo 2.

Já o tipo 1 da doença não está relacionado com os hábitos de vida ou com fatores hereditários do paciente. “Nestes casos, o indivíduo nasce com a predisposição genética e, conforme vai passando a vida dele, chega o momento em que ele deixa de produzir completamente a insulina”, explica Isabel.

Silenciosa, a diabetes requer cuidados. Sintomas como o aumento do volume da urina, sensação de sede em demasia, perda involuntária de peso e fraqueza podem indicar a doença.

Fonte: R2 Assessoria de Comunicação

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26/04 /2012 às 16:17

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